SMTT divulga nota sobre incidente com deputada; “Fui vítima de ação arbitrária”, diz Mical Redação 1

A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) de São Luís divulgou nota na noite desta sexta-feira (26) para esclarecer o incidente envolvendo a deputada estadual Mical Damasceno (Republicanos) nas dependências do órgão.


Deputada Mical Damasceno

Segundo a secretaria, a parlamentar entrou em uma área restrita da sede da SMTT após o encerramento do expediente administrativo, sem registro formal prévio e realizando filmagens no local.

De acordo com a nota, o veículo que transportava a deputada acessou a área interna da secretaria e o condutor teria realizado manobras consideradas perigosas, colocando em risco servidores que ainda trabalhavam no local. A SMTT informou ainda que o motorista se recusou a apresentar documentos pessoais e do veículo, o que motivou a permanência do automóvel nas dependências do órgão até a regularização da situação.

Ainda segundo a secretaria, agentes de trânsito lavraram um Auto de Infração com base no artigo 175 do Código de Trânsito Brasileiro, que trata da utilização de veículo para demonstração ou exibição de manobra perigosa. A pasta ressaltou que todos os procedimentos adotados seguiram a legislação vigente e afirmou permanecer à disposição para o diálogo institucional por meio dos canais oficiais.

Confira a íntegra:

Foto Reprodução

“Ação arbitrária” – A deputada Mical Damasceno (Republicanos) disse que foi vítima de uma “ação arbitrária” por parte da gestão e de funcionários da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT). Mical foi impedida de deixar o órgão e teve seu carro retido por funcionários, que, segundo ela, também teriam cometido excesso ao impedi-la de deixar o local.

Mical explicou que buscou a SMTT para interceder por irmãos evangélicos que a procuraram para denunciar que estavam sendo impedidos de pregar a palavra de Deus dentro dos Terminais de Integração.

Com vídeos feitos em um Terminal de Integração, ela disse que foi até a SMTT para comprovar que os grupos de oração não causavam qualquer problema. Chegando à secretaria, ela se identificou como deputada e tentou conversar sobre as denúncias, mas afirmou acabou ficando presa. “Eles disseram que poderiam tomar meu celular”, denunciou.

A situação só foi contornada e a deputada liberada depois das 20h, após a chegada de autoridades da Polícia Militar. (O Informante)

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O Editor

Graduado em Jornalismo, Luiz Antonio Morais é pós-graduado em Design Gráfico e Publicitário. Mantém o blog desde 2008, um dos mais antigos do Estado.

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