Brandão atua para transformar a Baixada em grande polo de desenvolvimento econômico

No domingo que passou, há exatos cinco dias, num ponto entre Bequimão e Central do Maranhão, o governador Carlos Brandão (PSB), acompanhado de prefeitos, deputados estaduais, secretários de Estado e empresários, assinou ato autorizando a construção da Barragem Maria Rita, que terá 16 quilômetros de extensão e beneficiará diretamente Bequimão, Alcântara, São Bento, Peri-Mirim, Bacurituba e Palmeirândia, situados na Baixada Maranhense, mais precisamente na Região dos Lagos.

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No momento em que o ato era assinado, outra obra do atual Governo, não muito distante dali, vivia um problema inusitado: o braço rodoviário de 19 quilômetros ligando a MA-211 à Praia de Araoca, estava praticamente congestionado por um “comboio” de nada menos que 58 ônibus de turistas que foram conhecer a Praia de Araoca, a nova sensação turística do litoral do Maranhão.

Os dois eventos são parte de um arrojado programa do Governo do Estado para desenvolver a região da Baixada Ocidental do Maranhão, que começou com a construção da ponte sobre um braço de mar para ligar Bequimão a Central do Maranhão. A ponte foi inaugurada em maio de 2022, tendo o governador Carlos Brandão completado a obra com a pavimentação de 38 quilômetros da rodovia MA-211, formando o Complexo Rodoviário MA-211

A construção da Barragem Maria Rita torna realidade um sonho regional de meio século, uma vez que sua concepção se deu no Governo Antônio Dino, no final dos anos 60, como uma ideia para turbinar o desenvolvimento da Baixada Ocidental, onde estão a Região dos Lagos e a chamada Floresta dos Guarás, itens com enorme potencial econômico, a começar pelo turismo. Será um importante corredor para escoamento de riquezas produzidas na região. Com 16 quilômetros de extensão, a Barragem Maria Rita evitará a salinização das áreas inundadas da região e garantirá a reserva de água doce, garantindo a pesca, agricultura e pecuária, beneficiando, diretamente, os municípios de Bequimão, Alcântara, São Bento, Peri-Mirim, Bacurituba e Palmeirândia, situados na Região dos Lagos na Baixada Maranhense. A barragem será transformada em rodovia possibilitando a ligação de São Bento, que fica às margens da MA-014, com a MA-106.

Já a Praia de Araoca, localizada em Central do Maranhão, é uma espécie de paraíso litorâneo de grande extensão, que já era destino do turismo de aventura dadas as dificuldades de acesso à área. Essa situação mudou radicalmente nos últimos meses com a pavimentação da Rodovia MA–211, que dá acesso à ponte Central-Bequimão, inaugurada em maio de 2022. São 38 quilômetros de extensão da estrada que interliga 10 municípios: Bequimão, Central do Maranhão, Mirinzal, Guimarães, Cedral, Cururupu, Porto Rico, Serrano do Maranhão, Bacuri e Apicum-Açu. A grande quantidade de ônibus que “invadiram” Araoca no fim da semana passada, levando quase dois mil turistas, deu bem a medida do que poderá vir a ser o movimento turístico naquela região próxima à Floresta dos Guarás, atraindo principalmente turistas do Pará. A preocupação agora é preparar mão-de-obra para atuar no setor de serviços, como bares, restaurantes, pousadas e hotéis propriamente ditos.

Uma série de projetos complementares estão em andamento. Um deles é a instalação de pequenos portos para as atividades de pesca, entre eles o de Apicum Açú, onde já estão registrados nada menos que 120 barcos, o de Porto Rico e o de Atins, assim como portos menores, formando uma rede fomentadora da indústria da pesca. Esses investimentos foram negociados com o Ministério de Portos e Aeroportos.

Com senso de oportunidade e se comprometendo com o que é factível, o governador Carlos Brandão tem evitado as obras faraônicas e investido o que possível em iniciativas que podem dar respostas rápidas, como foi a transformação da Praia de Araoca num destino turístico, e a futura Barragem Maria Rita, que produzirá um dos maiores lagos da região, também com grande polo econômico, tendo o turismo e a pesca. A região inteira está vivendo um momento de entusiasmo com a chegada desses empreendimentos.

Repórter Tempo – Ribamar Corrêa

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